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No dia 03 de junho, mulheres imigrantes participaram de um proveitoso curso de empreendedorismo.

“Durante o curso, enfatizamos a importância de apoiarmos umas às outras como um grupo, confiando em nossas habilidades, apresentando nossos produtos e serviços com visão clara e confiante, entendendo que há um método profundo por trás de vender cada produto, porque inclui amor, trabalho, dedicação e responsabilidade.

Obrigada as palestrantes da RME Claudia e Luiza por compartilharem suas experiências conosco."


Dilma Chilaca - Educadora Popular e Liderança do CEMIR.



Edição: Andrea Salamanca.






 
 
 

Com esse propósito, grupos de mulheres imigrantes das Rodas Warmis realizaram um torneio de futebol society, no sábado, dia 27 de maio, também para comemorar o dia das mães bolivianas.

O evento ocorreu no “buraco do sapo”, em Guaianases, com a presença dos companheiros e das crianças. Foi um dia bem divertido.

Para mulheres que passam a semana inteira trabalhando de 12 a 15 horas por dia em uma máquina de costura, nada melhor do que o futebol para restabelecer energias e confraternizar.

A prática de futebol feminino vem sendo trabalhada no CEMIR como estratégia de reflexão sobre questões de gênero, resistência ao machismo e empoderamento de mulheres, lembrando que se trata de uma modalidade esportiva tradicionalmente dominada pelos homens.

No futebol, é importante ter foco, habilidade, entrega e senso de equipe, o que não faltou em campo. Parabéns, mulheres! Vocês realmente batem um bolão!

Redação: Nelson Bison

Edição: Andrea Salamanca



































A prática de futebol feminino vem sendo trabalhada no CEMIR como estratégia de reflexão sobre questões de gênero, resistência ao machismo e empoderamento de mulheres, lembrando que se trata de uma modalidade esportiva tradicionalmente dominada pelos homens.










 
 
 


No último sábado, dia 20 de maio, conversamos com mulheres imigrantes, refugiadas, negras e indígenas de países da América Latina e da África.

Foi um momento de diálogo e troca de experiências, em que pudemos compartilhar todo o potencial, a beleza, a inteligência e a cultura que essas mulheres trazem consigo. Em especial, falamos sobre a força das mulheres africanas, que contribuem de maneira significativa para a economia e o cuidado da família e do país, mas que ainda enfrentam invisibilidade e desvalorização.

É importante destacar que muitas delas são altamente qualificadas, mas a invisibilidade da migração feminina ao longo dos anos é um dos fatores que nos faz questionar a desigualdade de condições que mulheres imigrantes e refugiadas sofrem na hora de se inserir no mercado de trabalho brasileiro.

A maioria das mulheres africanas manifestam que seus deslocamentos são forçados, impulsionados pela busca de melhores condições de condições de vida, e quando chegam a novos países como Brasil enfrentam dificuldades no mercado de trabalho, pois a remuneração da mão de obra não é justa. A superexploração dos trabalhadores negros não declarados fica evidente, por exemplo, no fato de ocuparem alguns dos piores empregos da cidade de São Paulo e estarem constantemente expostos a todas as formas de assédio e discriminação que podem ocorrer no ambiente de trabalho.

A maioria dessas mulheres busca o emprego informal como alternativa para sobreviver e sustentar as necessidades de suas famílias em seu país de origem, elas são responsáveis pelo envio de remessas destinada a prover o sustento de seus dependentes em seu país de origem.

É importante ressaltar a relevância da invisibilidade que recai sobre as mulheres imigrantes africanas, o que também, de certo modo, invisibiliza os problemas cotidianos que elas enfrentam nas cidades do Brasil por serem mulheres, negras, imigrantes e periféricas.

Por fim, consideramos extremamente importante celebrar o 25 de maio - Dia da África, Dia da libertação Africana, celebrando a luta pela independência do continente africano contra a colonização europeia e o regime do apartheid – para oferecer reflexões sobre a situação atual das mulheres negras imigrantes e refugiadas do continente africano.


Centro Cultural Afrika


Redação: Soledad Requena - Coordenadora de Projetos do CEMIR

Edição: Andrea Salamanca - Comunicadora do CEMIR









 
 
 
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